C L A U D I O hT O Z Z I

Claudio Tozzi nasceu em
São Paulo, em 1944, onde vive.
1963
Início de sua carreira. Participa do XI Salão de Arte
Moderna, vencendo o concurso de cartazes desse Salão.
1966
Aparece em diversas mostras coletivas. Participa de
exposição e debate na faculdade de Arquitetura e
Urbanismo da Universidade de São Paulo.
1967
Faz a série de pinturas "Bandidos da Luz
Vermelha", Tabalhos com a mesma linguagem da
história em quadrinhos, iluminados por facho de luz
vermelha rotativo. Participa da IX Bienal de São Paulo.
Expõe no IV Salão Nacional de Arte comtemporânea
(Brasília), onde seu painel "Guevara Vivo ou Morto
é parcialmente destrído.
1968
Manifestação coletiva "Bandeiras e
Estandartes" na Praça General Osório, Rio de
Janeiro. Participa da mostra "O Artista Brasileiro e
a Iconografia de Massa", na Escola Superior de
Desenho Industrial, e do Salão Esso de Artistas Jovens,
no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro . Em Belém,
apresenta a série "Bandido da Luz Vermelha" no
Centro Cultural de Belém, com exposição e debate em
praça pública. Representa o Brasil no Prêmio Latino
Americano Codez, em Buenos Aires.
1969
Participa da X Bienal de São Paulo, onde expõe os
painéis "Multidões", de grandes formatos, que
documentavam cenas e manifestações políticas da
época, pintadas em 68.Em Salvador expõe na II Bienal
Nacional de Artes Plásticas. Realiza Viagem de estudos a
Europa, integrando a equipe do TUSP no Festival de Nancy.
Inicia a série "Astronautas" e "Módulos
Lunares", executada com tintas industriais.

1970
Recebe o prêmio de aquisição na mostra Jovem Arte
Conteporânea no Museu de Arte Contemporânea em São
Paulo e participa do Salão Paulista de Arte
Contemporânea
1971
Individual na Galeria Ars Mobile, em São Paulo. É
convidado para a Bienal Internacional del Deporte, em
Barcelona, e para o panorama Atual da Arte Brasileira no
Museu de Arte Moderna de São Paulo. Inicia a série de
pinturas e objetos "Parafusos".
1972
Faz o painel "Zebra" na lateral de um prédio
na Praça da República, São Paulo. Participa da mostra
"Arte Brasil Hoje - 50 Anos Depois" na Galeria
Collectio. Integra a Exposição Internacional de Gravura
Nugrasp no Museu de Arte Moderna de São Paulo.
1973
Inicia a série de obras executadas com matérias
naturais aglomeradas em caixa de acrílico, que mostra na
galeria Ralph Camargo, em São Paulo. Realiza múltiplos
executados em película super 8 e participa da
"Expoprojeção 73" Edita álbum de serigrafias
"São Paulo Post-Scriptum"com Rubens Gerchman.
Participa de coletiva na Fundação Cultural do Distrito
Federal (Brasília). Recebe prêmio da Associação
Paulista de Críticos de Arte.
1974
Integra a mostra "Prospectiva 74" no Museu de
Arte Contemporânea da USP. Participa da exposição
"Vanguarda Brasileña"no CAYC, em Buenos Aires,
e da mostra "Arte de Sistemas en America
Latina"no Institute of Contemporary Art, em Londres.

1975
Realiza exposição individual intitulada
"Cor/Pigmento/Luz" na Galeria Bonfiglioli, São
Paulo. Participa do festival Due Mondi, em Spoleto,
Itália. Recebe prêmio Guarantã de viagem ao exterior
da Associação Brasileira de Críticos de Arte.
1976
Integra a representação brasileira na Bienal de Veneza
com mostra no Pavilhão Brasileiro. Participa da Bienal
Americana de Cali, na Colômbia e da exposição
"Arte Agora" no Museu de Arte Moderna de São
Paulo.
1977
Integra a exposição "Latin America 76" na
Fundación Juan Miró, Barcelona. Recebe convite para
participar da mostra "Arte Actual de
Iberoamerica" no Instituto de Cultura Hispânica, em
Madri. Realiza exposição no Escritório de Arte
Magalhães Gouveia, em São Paulo, e na Galeria
Artespaço, em Recife. Transfere seu ateliê para a rua
Franco da Rocha, em Perdizes.
1978
Realiza exposição individual na Escola de Artes Visuais
do Parque Lage, Rio de Janeiro, onde monta mesa de
impressão e mostra o processo ao público. Integra a
mostra "15 Artistas Jovens" no Museu de Arte
Moderna de Buenos Aires. Participa da mostra
"Objetivo na Arte-Brasil Anos 60" no Museu de
Arte Brasileira, em São Paulo.
1979
Executa painel na Estação da Sé do metrô paulista.
Realiza exposição individual no Núcleo de Arte
Contemporânea, em João Pessoa. Participa da mostra
"Matrizes, Filias e Cia." no SESC Vilanova, em
São Paulo. Integra a representação brasileira na
Trienal Latino Americana del Grabado, em Buenos Aires.
Recebe prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional
de Arte Moderna, no Rio de Janeiro.
1980
Escolhido para integrar a mostra "Dez Pintores Anos
70-Destaque Hilton", que circulou por várias
capitais. Realiza exposições individuais nas galerias
Saramenha (Rio), Oscar Seráphico (Brasília) e
Bonfiglioli (São Paulo). Executa painel para o SESC
Vilanova. É convidado para integrar a representação
brasileira na Bienal de Paris.
1981
Individuais nas galerias Bonino (Rio), Casa Grande
(Goiânia) e Momento (Curitiba). Realização do filme
"Claudio Tozzi" em 35mm, de Fernando Coni
Campos, com roteiro de Fábio Magalhães, projetado em
várias capitais. Integra a exposição "Do Moderno
ao Contemporâneo", coleção Gilberto
Chateaubriand, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
Recebe prêmio Pirandello de Artes Plásticas. Integra a
representação brasileira na Bienal de Medelin, na
Colômbia.
1982
Individual na Galeria Paulo Figueiredo, onde apresenta as
pinturas e objetos denominados "Colcha de
Retalhos". É convidado para o Festival de Inverno,
expondo pinturas no Auditório para o Festival de
Inverno, expondo pinturas no Auditório Campos de
Jordão. Integra a mostra "Esporte e Sociedade
Brasileira no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Participa da mostra de pintura brasileira na Kouros
Gallery, em Nova York.
1983
Exposição Individual na Galeria São Paulo. Participa
do evento "Arte na Rua", Executando
"outdoor" na Av. Sumaré, organizado pelo Museu
de Arte Contemporânea de São Paulo.
1984
Realiza exposição individual na Galeria São Paulo,
onde apresenta a série "Passagens". É
convidado para fazer o símbolodo Carnaval de São Paulo.
Participa da exposição coletiva internacional no
Gelsenkirchen Museum, na Alemanha. Integra as mostras
"Retrato e Auto-Retrato da Arte Brasileira-Coleção
Gilberto Chateaubriand", no Museu de Arte Moderna de
São Paulo; "Viva a Pintura", na Petite GAlerie
e "Paredes Casa Vogue", no Museu de Arte de
São Paulo. Olívio Tavares de Araújo realiza o
documentário "Claudio Tozzi", em vídeo, sobre
sua obra. Integra a mostra "Tradição e
Ruptura" na Bienal de São Paulo.
1985
Individual na Galeria GB no Rio de Janeiro e no Centro
Cultural de São Bernardo do Campo. Integra a mostra
"Caligrafias e Esculturas" na FUNARTE, no Rio
de Janeiro, e a mostra "Releituras", na
Pinacoteca do Estado e na Bienal de São Paulo.
1986
Realiza exposição individual na galeira Montesanti
(São Paulo e Rio de Janeiro), Galeria Gráfica (Belo
Horizonte), Galeria Inês Fiuza (Fortaleza), Galeria
Contemporânea (Campo Grande) e na Art Studio, em Nova
Iorque. Integra a representação brasileira na Bienal de
Havana.
1987
Participa do evento "Gesto Alucinado" no Rio
Design Center, Rio de Janeiro, e no Museu da Imagem e do
Som, em São Paulo. Realiza individual de pinturas no
Museu Histórico e Cultural de Jundiaí.
1988
Realiza exposições individuais na Galeria Montesanti
(São Paulo e Rio de Janeiro), Galeria Monica Filgueiros
de Almeida (São Paulo), no Escritório de Arte da Bahia
e Prova do Artista (Salvador). Participa da exposição
"Figura e Objeto-63 a 66" na Galeria Milan, em
São Paulo. Integra a mostra "Os Ritmos e as
Formas-Arte Brasileira" no SESC Pompéia, São
Paulo.
1989
Participa do concurso para execução de painel no
Palácio dos Bandeirantes e do evento "Arte em
Jornal", publicado no Jornal da Tarde, em São
Paulo. Integra a mostra de arte brasileira "Modern
Brasilianski Biledkunst", na Dinamarca. É convidado
para executar painel na Estação Barra Funda do metrô
paulista. São publicados dois livros retrospectivos de
sua obra: Obra em Construção-25 anos de Trabalho de
Claudio Tozzi, de Fábio Magalhães, diretor do
MASP-Museu de Arte de São Paulo e Claudio Tozzi-O
Universo Construído da Imagem, de Jacob Klintowitz.
1990
É convidado para exposição "Façades
Imaginaires" em Grenoble, França. Parcticipa da
mostra "Grandes Formatos" no Museu de Arte
Moderna de São Paulo.
1991
Participa da II Exposição Internacional de Esculturas
Efêmeras em Fortaleza. Tem sala individual na XXI Bienal
de São Paulo. É convidado para Bienal de Makurazaki, no
Japão, onde recebe menção honrosa. Realiza exposição
individual no Espaço Engenho Central em Sorocaba.
Participa da mostra "Declaração Universal dos
Direitos do Homem", que circula em diversas cidades,
e da exposição "O que faz você agora, geração
60?" no Museu de Arte Contemporânea da Universidade
em São Paulo.
1992
Participa da exposição "Futebol e Arte" na
Pinacoteca de São Paulo, da mostra "Anos
60/70-Coleção Gilberto Chateaubriand" no SESI/São
Paulo e da exposição "Arte e Ecologia 92" no
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
1993
Executa painel para o "Metrópolis" na TV
Cultura. É realizado o video "Claudio
Tozzi-Encontro com o Artista" pelo Instituto
Cultural Itaú. Realiza exposição individual com obras
produzidas no período de 1983 a 1993 no Museu da Casa
Brasileira e no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
|