CONGO
(1972) Experimental. Quase todo construido com letreiros que ocupam o lugar das imagens, CONGO se propunha como um "filme em branco". Uma crítica do olhar colonizador da Antropologia, a qual reduziria a violência inerente às práticas populares a simples descrições científicas, conceitos, discursos. As palavras se organizam em listas de conceitos e personagens referentes Congada e à teoria antropológica, ou então se opõem como pares dialéticos. O efeito final é puramente poético. Produzido em 1972, ficou inédito até 1993, apesar de elogiosas descrições em diversos estudos.
1 - Ver também: Ensaios e O Anti-Documentário VOLTA
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